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7

fev

2010

Retomada: bazar, livros e algo mais

By Daniella Cadavez. Posted in Bazar, Na Estante, Por Aí | No Comments »

85530285Assim como o blog, o Bazar do Papo também está de volta!  Se talgo que não podemos negar é o fato de que mulher ADORA fazer compras. Muitas vezes compro alguma coisa – seja uma roupa, sapato ou acessório qualquer – no impulso e acabo usando aquela peça apenas uma ou duas vezes. Ou mais: em alguns casos, acabo nem usando!! Sei lá: parce que aquele óculos, ou sapato ou blusa que ficou ótimo em você na loja quando chega em casa muda completamente, te deixa horrorosa. Quem já não passou por essa situação?

Pensando nisso – e inspirada em outros exemplos de bazar – resolvi criar essa seção dentro do blog. De tempos em tempos faço aquela ‘limpa’ no guarda-roupa. É bom para desapegar daquilo que você não está mais usando (se você não cabe numa calça jeans hoje, não adianta guardá-la por anos achando que um dia voltará a entrar nela), abre espaço no armário para as novas aquisições e você ainda pode fazer bem aos outros a ao seu bolso! 

Geralmente eu faço assim: as roupas que estão quase novinhas eu acabo sempre mandando para a Igreja ou para alguma ONG que vai repassá-las para pessoas que realmente irão usá-las. Mas tenho um problema sério com sapatos: como acabo sempre comprando mais ‘pisantes’ do que preciso, muito são usados apenas uma vez ou nunca chegam aos meus pés realmente. Por isso, boa parte das ‘ofertas’ do Bazar são de… sapatos!

Mudando de assunto, meu primeiro blog no mundo virtual foi sobre uma das minhas paixões: livros. Na época (isso  foi há um bom tempo), eu fazia estágio numa grande editora e achava que um dia seria escritora ou editora de livros (!!). A vida tomou outros rumos de lá para cá, mas continuo viciada em livros. Tenho uma pilha de obras ainda ‘por ler’ guardada aqui no armário. Por issoIMG_0158, resolvi também retomar esse espírito de crítica literária por aqui. Vou começar com dois clássicos: Sherlock Holmes (estou completamente no clima do filme) e Orgulho e Preconceito, de Jane Austen.

São dois livros que (bem ou mal) já conheço as histórias, já vi as adaptados para a TV e cinema… e que estão guardados há muito tempo na estante. Pretendo começar a lê-los (sou ansiosa demais para ler um livro de cada vez) ainda esta semana. Depois, posto aqui meus comentários.

No mais, queria muito conseguir atualizar esse espaço com mais frequência. Mas, com a correria do dia a dia… vou acabar, por enquanto, ficando com um post semanal mesmo… mas estou sempre no Twitter: @daniellacadavez !!

 

See ya!


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31

jan

2010

Volume extra

By Daniella Cadavez. Posted in Moda | No Comments »

Sou fã de seriados. Sempre fui. Tanto que para cada dia da semana tenho uma série favorita diferente para assistir.

Ultimamente, tenho reparado bastante em Ghost Whisperer. Não tanto pelas histórias, é verdade, que são praticamente as mesmas sempre! Mas pelo figurino de Melinda (Jennifer Love Hewitt). Como boa parte de nós, brasileiras, a atriz americana tem um certo ‘volume a mais’ na região dos quadris. Aliás, o assunto foi bem comentado há algum tempo quando fotografaram Jennifer um pouco acima do peso de férias com o namorado em uma praia.

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Pois bem: o fato é que os figurinistas do seriado encontraram boas soluções para disfarçar esse ‘probleminha’ e que podem servir de inspiração para a gente. Na série, a personagem Melinda abusa dos vestidos com cintura império (aquele que começa logo abaixo do busto), de camisas e casados de cintura beeem marcada, de calças retas e de blusas que terminam na altura do bumbum.

Esses truques ajudam a disfarçar o tão indesejável volume nos quadris. Na verdade, tudo é um jogo de ilusões: cria-se a ideia/ilusão de um corpo mais ‘equilibrado’, mais perto daquele que seria o ‘ideal’ (em forma de 8). Assim, os vestidos de cintura império dão a impressão de que o tal volumezinho faz parte do caimento da peça e não do seu corpo! As camisas e casacos com decote em V e cintura marcada acentuam a parte mais fina do seu corpo e passam a ideia de uma figura mais alongada, mais alta, mais equilibrada.

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Outras dicas legais:

  • calças de alfaiataria ou jeans com corte reto;
  • saias retas, em evasê ou godê;
  • cores escuras na parte de baixo;
  • valorizar a parte de cima – acentuar os ombros com decote canoa, ombro a ombro.

Para evitar:

  • roupas justas – calças skinny e leggings dão mais destaque à região e criam um visual ‘funil’
  • acrescentar mais volume como babados, lenços no quadril, drapeados, pregas;
  • Bolsas em que a altura da alça termine no quadril.

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24

jan

2010

Por falar nisso…

By Daniella Cadavez. Posted in Moda | No Comments »

Para não dizerem que não falei sobre moda….

Ainda no clima de Sherlock Holmes e cia… Amei o desfile da 2nd Floor, na SPFW. Na verdade, sempre gosto dos desfiles da grife porque ela sempre nos leva para uma  história diferente,  um universo completamente novo. E acho que é isso tem tudo a ver com o universo jovem: a imaginação, a vontade de viver personagens diferentes a cada dia.

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Para o inverno, a marca foi buscar inspiração nas histórias dos detetives. Sherlock Holmes e a Londres misteriosa e sombria do início do século 20 serviram de inspiração. Por isso, na passarela vimos muitos trench coats descontruídos (aliás, acho que essa será uma peças curingas deste inverno!), casacos e capas. Muitas peças em tricô e estampas de corujas, cachimbos, armas e cartas, além do xadrez que não poderia faltar.

Eu gosto da cartela de cores em preto, azul (dos jeans), bege e cinza. As botinhas que lembram os sapatos masculinos complemetam os looks. Acho fofo!


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24

jan

2010

Elementar, meu caro Watson

By Daniella Cadavez. Posted in Cultura | No Comments »

Na biblioteca com o  revólver…

Ao que tudo indica, o universo misterioso das histórias de Sherlock Holmes e cia anda em alta. Esta semana assisti ao filme de Guy Ritchie sobre o famoso detetive inglês. Realmente, a visão do ex-marido de Madonna sobre Sherlock Holmes e Dr. Watson é completamente diferente daquela que muitos de nós tínhamos em nossas mentes.

Para começar Robert Downey Jr. e Jude Law (os dois são mara! rs) não se parecem em nada com aquele Sherlock  tipicamente inglês e com o gordinho Dr. Watson. No novo filme, Holmes e Watson são mais jovens, dinâmicos, protagonizam cenas de luta, perseguição, dão tiros… enfim, uma versão mais atual dos clássicos personagens de Sir Conan Doyle.

De uma maneira geral, é um bom filme. Sem tanto suspense, é verdade, como se espera de uma história com detetives e crimes a serem solucionados. Mas é um filme que consegue te prender. Acho que a grande sacada dele foi mostrar que até mesmo o irracional, o místico, o inexplicável pode ser passível de explicação, pode ser decifrado através da lógica, da razão. Claro que esse é apenas um ponto de vista…

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Por falar em Sir Conan Doyle, quem passar por Londres não pode deixar de visitar o Museu de Sherlock Holmes. Fica numa casinha germinada de três andares (onde o escritor morou) na Baker Street. Os ambientes (fotos) são mobiliados com móveis da época de Sir Doyle e fazem alusão às histórias criadas por ele (por isso, os bonecos de cera representando os personagens). No giftshop, que fica logo na entrada,é possível encontrar chapéus, cachimbos, sobretudos, bloquinhos e livros com todas as histórias de Sherlok Holmes. Eu não resisti e trouxe a coletânea completa!


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24

jan

2010

No iPod

By Daniella Cadavez. Posted in No iPod | No Comments »

Para animar um pouco o domingo… momento Friends: “So no one told you life was gonna be this way. Your job is joke, you´re broke, your love´s life D.O.A….”


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20

jan

2010

Quando o tempo começa a passar

By Daniella Cadavez. Posted in Reflexões | 2 Comments »

Você se dá conta de que o tempo está passando quando começa a receber  convites para os casamentos de seus amigos de infãncia ou fica sabendo que eles não só casaram como já têm filhos! Comigo foi assim: há alguns dias recebi o telefonema de um grande amigo, da época da escola, mas que infelizmente não encontrava há uns dois (ou mais) anos. Em cinco minutos de conversa ele não só me contou que havia casado como que tinha acabado de se tornar pai de uma linda menininha!

Confesso que a partir dai não consegui prestar atenção em mais nada da conversa. Foi como se um filme passasse pela minha cabeça: as lembranças vieram à tona, acompanhadas de uma saudade enorme de um tempo de que não volta. Me dei conta também de que ele não foi o primeiro amigo de infância a casar: só no ano passado acho que recebi uns quatro convites para de casamentos! (apesar de não ter ido a nenhum deles. Nada pessoal: eu é que não gosto de cerimônia de casamento e afins…) Mas todos os convites foram de amigos da época da escola! 

E é ai que você se dá conta de que o tempo está realmente passando… de que você não tem SÓ  X anos, como todos ficam dizendo. Mas sim, que você JÁ tem X anos. E isso no fim das contas faz toda a diferença. As pressões surgem de todos os lugares, as inseguranças em relação ao futuro (que já não está tão no futuro assim) aumentam… e você passa a se sentir uma verdadeira ‘Bridget Jones’!!! ai, ai, ai….


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18

jan

2010

‘Resumão’ do Fashion Rio

By Daniella Cadavez. Posted in Fashion Rio, Moda | No Comments »

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Bom, como já deu para perceber,  a minha cobertura ‘off’ Fashion Rio  e Rio-à-Porter acabou ficando mesmo para a próxima edição. Afinal, a correria nesta última semana foi grande!! E o cansaço também (mas valeu a pena!!). No fim do dia, sobrava pouca disposição para atualizar esse espacinho aqui (mas, em minha defesa, lembro que estive online no twitter!!).

Por isso, resolvi fazer esse ‘resumão’ (mesmo que atrasado) do que rolou lá no Cais do Porto nestes últimos dias. De todos os desfiles, o meu preferido – sem dúvida – foi o da Cavendish. Adoro esse estilo romântico, bem menina, que a marca levou para as passarelas. Acho a combinação meia-calça + vestido sempre uma boa opção para enfrentar os dias mais frios aqui do Rio (afinal, não dá para se falar em Inverno por aqui, né?). Um visual que eu já adotava e que pretendo continuar usando na próxima estação.

Amei também o desfile da New Order.  A minha curiosidade, como a de todo mundo, era ver como seria um desfile só de sapatos e acessórios. Achei muitooo legal. Adorei as ‘gatinhas’ da New Order, a mochila de pelúcia, os sapatos com tachas… No quesito moda masculina, adorei o desfile do não tão estreante assim R. Groove. Ele mostrou uma passarela bem coeso, que fluiu diretinho.  Achei ótimas as calças no estilo saruel para os homens e os casacos. Uma combinação que pode ser facilmente adotada.

Mas nada se compara a dar de cara com meu ‘muso’ Rodrigo Santoro (lembram da ’saga Rodrigo Santoro’ no camarote da Brahma, ano passado?) no backstage da Auslander. Incrível como esse homem consegue ficar cada dia mais bonito… e simpático. Meu ‘muso’ do Fashion Rio, sem dúvida.


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23

nov

2009

No iPod

By Daniella Cadavez. Posted in No iPod | No Comments »

Por falar nisso… minha música preferida do primeiro filme… Bella’s Lullaby


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23

nov

2009

Lua Nova

By Daniella Cadavez. Posted in Cultura | No Comments »

 

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Estava lendo no G1 que Lua Nova (New Moon) arrecadou nada menos que US$ 26 milhões nas primeiras horas após seu lançamento. Pois bem: posso dizer que ajudei nisso. Afinal, lá estava eu entre adolescentes histéricas na fila para assistir ao fillme este fim de semana.

É… Uma coisa eu preciso logo admitir: sou fã dos livros, já li todos, tenho todas as músicas da trilha sonora, o primeiro filme. Gosto mesmo! Faz parte de um lado adolescente (que todo mundo tem!) que se recusa em amadurecer e fica suspirando por um Edward Cullen (Roberto Pattinson).

Dos quatros livros, New Moon é o que eu menos gosto. Por isso, o filme pra mim é apenas bonzinho. No ponto de vista técnico, tem uns ângulos de câmera um pouco mais diferentes, que chamam a atenção, mas mesmo assim pra mim continua sendo apenas bonzinho.

Por que? Porque é o livro com a maior carga de sofrimento. Lutar contra vampiros sedentos de sangue, lobisomens ou quaisquer outras criaturas não é nada comparado a dor de Bella ao ser deixada por Edward. Ao sofrimento de ouvir do ser que ele mais amava na vida que ela “não é boa o bastante para ele”. É como diziam os cartazes do filme: “O que fazer quando a sua razão de ser não lhe quer mais?”. Por isso é o livro que eu menos gosto, porque qualquer mulher, pelo menos uma vez na vida, vai se identificar com essa situação, com toda essa dor, com a sensação de que o chão está se abrindo sobre os seus pés e que você não sabe mais o que fazer com o tempo que se arrasta… Qualquer mulher se identifica com isso, em maior ou menor grau.

E o problema é que na vida real, os tais ‘Edwards’ não mentem para protegê-las de um perigo maior, não sofrem com que disseram/fizeram ou por estar longe de suas Bellas, não amam e, principalmente, não voltam pedindo perdão e prometendo nunca mais deixá-las. Na vida real Edwards sequer existem, infelizmente.

E é por isso que esse é o livro/filme que menos gosto da saga: porque é o mais realista e fantasioso ao mesmo tempo.

Em tempo: apesar de metade do cinema adolescente suspirar a cada vez que via Jake, o Lobisomen sarado, sem camisa, eu continuo fã número 1 do vampiro pálido, de olheiras, que toca piano, lê Shakespeare e ama Bella. Isso vale muito mais do que qualquer músculo.


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19

nov

2009

A conta que não sei fazer

By Carla Nascimento. Posted in Amor/Relacionamento | No Comments »

Digam à vontade que nossas manias, vaidades, orgulhos e carências são irritantes ou banais: ainda assim existirão. Espalhem por aí somos bobas, dependentes ou patéticas e se contentem em conviver com uma guerra dos sexos infértil. É o caminho mais provável, fácil, incompatível com as necessidades e com os anseios femininos.

Critiquem por não querermos o básico, o tanto faz, o pouco esforço, o descaso, o desleixo. Queremos respostas para as nossas perguntas, conversas francas e sem gritos, honestas e eficientes. Queremos que digam “fique” quando fazemos manha, queremos insistência, prova de vontade de estar junto, só para confirmar o que já sabemos.

Custamos caro no final das contas e talvez um dia entendamos que de fato pedimos demais. Afinal, a conquista agora tem validade: a queremos para sempre, sempre e diariamente.  A gente não quer a conta friamente paga no final da noite e troca qualquer jantar por mensagens, bilhetes, carinhos, atenção – tudo o que algumas pessoas só conseguem fazer durante um certo tempo. Fiquem à vontade para espalhar por aí que somos burras, irracionais. Somos mesmo. Erramos na conta, sentimos falta do pouco, da singeleza, do detalhe e insistimos na ilusão de achar que as coisas podem mudar.

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